Visita à Chico Mendes – Relato

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07/07/2012

Desde a primeira reunião tivemos a ideia bem clara de que a SEDA serviria para integrar diferentes grupos. Já estava na hora de sair da comodidade da universidade e seus arredores e começarmos a experimentar novas relações. Nossa proposta era levar nosso conhecimento (parte adquirido dentro da universidade) para os menos favorecidos. Mal sabíamos nós que algo muito maior que isso ia se concretizar.

Foi então que após um primeiro contato com o Instituto Lagoa Social – que tornou-se um dos primeiros parceiros do Nó e que nos ajudaram a construir a SEDA Floripa – que decidimos trabalhar algumas ações da semana do audiovisual em uma comunidade carente. Por diversos motivos escolhemos esta comunidade, mas principalmente pela famosa “Revolução dos baldinhos

Começamos a fazer contato com o Maicon, jovem morador da comunidade que protagoniza diversas ações para melhorar a vida de todos os moradores da Chico Mendes (incluindo a Revolução dos Baldinhos), e que exerce uma forte liderança. Sempre super receptivo, nossas idas à comunidade foram muito produtivas.

Para as ações na comunidade, preparamos uma oficina de FotoDocumentário para crianças e adolescente, prevendo um primeiro contato deles com as imagens para posteriormente começarmos um trabalho com audiovisual. O oficineiro convidado foi Rafael Vilela, criador do Cardume Cultural e agora morador da Casa Fora do Eixo de SP, um grande amigo que sempre nos apoiou e inspirou, e que mesmo na correria se dispos a nos ajudar na SEDA Floripa. Outra ação prevista foi uma mostra de filme para todos os moradores, apoiados pelo Projeto Pipoca do Instituto Lagoa Social, faríamos a exibição em uma das quadras de futebol da comunidade.

O frio inesperado e a chuva atrapalharam as ações, que acabaram por não acontecer. Mas não foi por isso que desanimamos. A ideia de integração ainda estava muito latente, e todo o contato era válido. A receptividade do Maicon e do Paco (morador da comunidade vizinha) nos permitiram conhecer mais o espaço e entender melhor a lógica da comunidade, como vivem, o que esperam, e como se daria a troca de experiência com os moradores. Trocamos o papel de oficineiros para ouvintes, e fomos caminhar pelas ruas, conhecer os moradores e acabamos parando numa festa junina na Maloca, uma comunidade vizinha da Chico Mendes. Lá, podemos perceber a influência que a música tem, o Rap é mais que apenas música, é um movimento cultural no qual os moradores dessas comunidades podem se expressar livremente, é uma forma de se mostrarem ao mundo.

Percebemos nesse dia, que basta chegar com câmeras para uma oficina, é necessário uma aproximação diferente, que torne útil e interessante o que queremos levar e que, no final, gere uma troca de saberes e experiências. Estamos trabalhando nisso, não é tão simples, mas existem diversas soluções, trabalhar junto da música é uma delas.Entendemos nesse processo todo que não estamos fazendo nenhum tipo de favor ou caridade. Estamos proporcionando uma importante troca de valores e conhecimentos. E juntos vamos construir uma parceria que vai ajudar o coletivo Nó Cultural e a comunidade Chico Mendes a crescerem juntos. Vida longa a essa parceria!

Vanessa Sandre – Gestora da SEDA Floripa 2012

Oficina de Zines – Relato

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Fanzine é uma espécie de revista geralmente independente que tem por finalidade divulgar algo que os meios de divulgação das massas não estão interessados em fazer. O conteúdo é livre, é de escolha do próprio autor e não há forma específica para criá-lo, basta ter criatividade e interesse em propagar o que se gosta e mostrar aos conhecidos (e desconhecidos). Foi nesse intuito que os colaboradores de um fanzine já existente – o Buuuzine – com o apoio da SEDA, realizaram uma oficina de fanzine no dia 5 de julho no intuito de mostrar aos participantes inscritos como funciona o projeto e como se modela a revista independente. Os participantes trouxeram poemas e revistas velhas para a montagem. O pessoal da equipe Buuuzine trouxe poemas de autores que já publicavam antes e também mostrou um documentário sobre os Fanzineiros do Século Passado (disponível no link: http://vimeo.com/19998552).
Com todo esse material e muita criatividade, conversa, tesoura e cola, o fanzine da SEDA foi se modelando e num trabalho de pouco mais de três horas, a revista ficou pronta. As dicas do documentário bastaram para que quem participou pudesse perceber toda a liberdade que tinha para criar a revista. Foi composta uma edição de bolso pequena para que todos os poemas coubessm na edição e não ficasse sobrando espaço. O resultado você confere abaixo:

Lui Junges e Tiago Carturani, oficineiros da SEDA Floripa

Mostra de Skate na Trinda Time’s – Relato

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(Foto: André Motta, Coletivo Sem Fronteiras)

05-07-2012

Na primeira quinta-feira de julho demos início à primeira noite de Mostras dentro da programação da Semana do Audiovisual – SEDA – Floripa. A Mostra aconteceu na pista de skate da Trinda Time’s e contou com a exibição de curtas metragens locais, de skatistas e colaboradores de Santa Catarina, de forma a divulgar o trabalho e a cena dos skatistas no interior do estado e trazer um pouco mais pra perto essa realidade ou estilo de vida que muitos de nós não conhecemos ou temos tanto contato.

Dirigidos e realizados por João Brinhosa e Matheus Moreira, foram exibidos diversos curtas metragens que mostravam um pouco do cotidiano desses skatistas, locais da prática do skate em Santa Catarina, manobras, viagens e até mesmo momentos de descontração.

Nem mesmo o frio ou os imprevistos da noite fizeram com que a primeira noite de Mostras da Semana deixasse de ser uma enorme satisfação. Devido ao excesso de luminosidade para a exibição dos curtas na pista ou na quadra, optamos por fazer a exibição entre a quadra e um campo de futebol, em um gramado que, além da pouca luminosidade, que contribuiu para a boa recepção das imagens, foi de grande ajuda na disposição das cadeiras e do público em geral que aparecia para assistir aos vídeos, à medida que tínhamos mais espaço para o público, maior visibilidade aos pedestres que passavam ao redor, e também aos próprios skatistas que lá se encontravam.

A noite trouxe também outra ótima notícia. Ficamos sabendo que a exibição dos curtas no local foi tão receptiva que o dono do bar na Trinda Time’s estava solicitando os curtas e outros vídeos de skate para serem exibidos cotidianamente no local devido à grande atratividade que a Semana proporcionou na pista. Quem sabe a SEDA está aí na raiz de uma nova relação entre os skatistas e frequentadores da Trinda Time’s.

Agradecemos principalmente ao Instituto Lagoa Social que proporcionou esses encontros e vivências apoiando com o cinema itinerante “Projeto Pipoca”.

Felipe Reche, parceiro na produção da SEDA Floripa e curador (juntamente com Thiago Teles) da mostra.

Pacotinho de Seda em Chamas – Relato

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08-07-2012

A palavra de ordem para as #Femininas do Nó Cultural era interação na festa de encerramento da I Semana do Audiovisual de Floripa “Pacotinho de SEDA em Chamas”. Diferentes estilos e propostas de músicas e performances artísticas numa noite que entrou para história do bar Parada Roots (Rio Tavares). Dentre as performances tivemos a intervenção de Silmar distribuindo maçãs para todos os presentes no que chama de “Dia Mundial de Dar Maçãs”; contamos também com Iam e Luís numa intervenção bela e, para alguns, chocante onde os dois engolem um fio esticado até que se encontram num beijo performático. De quebra os meninos trouxeram vários títulos de livros em português, francês e alemão para doação. O som, coração de uma festa, foi a expressão de toda a ousadia que marcou esse primeiro evento encabeçado pelo Nó Cultural. Dj Giacomazzi que comandou um set ao melhor estilo cabaré. Os nossos parceiros – fruto de ações da SEDA – o grupo de rap Armazém vindo da comunidade do Monte Cristo, Chico Mendes, mais os MCs Komay e Preto Dhimmy levantaram a galera com um jeito singular de falar sobre duros cenários na favela com uma poesia de quem nasceu nessa real e luta com a arma da arte cultura na periferia. Para fechar a noite de forma bem brasileira Dj Don Presí banha nossos ouvidos com bregas e rítmos diversos com pegadas eletrônicas de norte do Brasil e também alguns rítmos sul americanos como a Cumbia Digital. Os curtas dos alunos do Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina que foram exibidos sem audio instigavam o público a imaginar uma história e as possibilidades de narrativas eram infinitas! Sem palavras para agradecer a presença da galera num domingo frio da Ilha! Mais uma vez a equipe SEDA Floripa agradece aos coletivos colaboradores e aos novos parceiros que acreditaram no projeto da Semana. Quer sentir o gostinho de como foi a balada? Procure: Chica Libre | Tres Pasajeros!

Dessa Ocker, gestora da SEDA Floripa.

Relato da exibição de Brega S/A no Cine Paredão

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06-07-2012

Relato por Michele Costa, parceira de exibição.

O projeto cultural CINE PAREDÃO teve início em maio de 2008 com a finalidade de instaurar uma atividade cultural gratuita no Campus da UFSC em Florianópolis, com intervenções artísticas e, especialmente, cinematográficas, aproveitando espaços ociosos da universidade. O espaço utilizado para a realização da atividade é o início do Bosque, que preferimos chamar as “Colinas do Bosque”, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas – CFH.

O nosso primeiro contato com o coletivo de cultura Nó cultural  e Fora do Eixo foi através de um convite realizado para a exibição de Bollywood Dream no Grito rock, recebemos também um segundo convite para  a exibição de Brega S/A (Vladimir Cunha e Gustavo Godinho, 2008)  agora na SEDA Florianópolis 2012 (semana de audiovisual) no último dia 06 de julho.

Assim que recebemos a lista de possíveis filmes, logo nos interessamos pelo Brega S/A , pois o norte do país é uma regiao esquecida/esquecida para algumas pessoas, achamos que seria interessante trazer um documentário de não tão fácil acesso para os expectadores do Paredão e do SEDA. Com o dia chuvoso tivemos menos pessoas presentes na sessão, o que e uma pena, pois o documentário é ótimo, ele descentraliza nosso olhar, tão acostumado com as produções do eixo Rio – São paulo, dá um salto até Belém do Pará e permanece ali nos mostrando o tecnobrega ( ritmo que há muito tempo faz parte da cultura local) tanto do  ponto de vista dos criadores, produtores quanto consumidores.

Depois do término do filme, abrimos espaço para discussão e o primeiro a se pronunciar  foi Adriano de Angeles, que já teve um contato maior com a cultura e as pessoas de Belém, ele nos contou sobre a sua experiência e sensações. Uma questão recorrente foi à desvalorização da cultura quanto a  um modo de viver diferente do qual estamos habituados a ter. Adoramos a sessão e o debate,  e que  muitas parcerias novamente surjam entre o Cine Paredão e o Nó Cultural.

Cine paredão nas redes sociais:

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PósTV #Cinema e Música – Relato

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(Foto: Lorena Machado)

04-04-2012

Link para assistir a PósTV #Cinema e Música.

Com a tag #Cinema e Música, a PósTV do coletivo Nó Cultural deu início à SEDA Floripa 2012 com a participação dos convidados Adriano de Angelis (realizador audiovisual, coordenou a implantação de TVs e Plataformas Digitais no MinC e do Canal Brasil) e Julian Alexander Brzozowski (coordenador da Orquestra Eletroacústica da UFSC, trilheiro musical e estudante de Cinema).

Por meio da provocação “O som é mais da metade do filme” surgiram ideias e reflexões que, superando as #FalsasDicotomias técnicas e narrativas, possibilitaram visualizar como que os universos cinematográficos e musicais estão conectados e possuem pautas em comum podendo se beneficiar por meio da trocando experiências em áreas como #DireitosAutorais, #Exibição, #Distribuição, #Acesso, e nas mudanças de modelos de negócio já experimentados na música independente que poderiam flexibilizar o mercado do Cinema Brasileiro.

Partindo do histórico brasileiro, das antigas Chanchadas aos atuais documentários que tratam do universo musical, como o Brega S/A, é notório o envolvimento que a cultura brasileira tem com a música e todas as vezes que o cinema buscou esta parceria surgiram formas de subsistência para ambos setores.

Dentro do filme, uma das maiores importâncias da música está em promover a dinâmica. Julian apontou a importância do profissional Diretor Musical que é quem planejaria a construção do som e da trilha sonora, criando o ritmo para a obra, uma das coisas que mais precisa evoluir nos filmes, e que garantiria um salto de qualidade muito positivo, tratando-se também de produções de orçamento nulo.

De Angelis jogou #IdeiasPerigosas como o mapeamento de trilheiros parceiros pela rede para estruturar a demanda de profissionais da área audiovisual, aproveitando o forte elo com a música já estabilizado pelo Fora do Eixo. Outra tag importante foi #Sevirologia, ou, o ato de “se virar” na hora de inventar uma boa trilha, citando como exemplo o filme “Ai que Vida”. A trilha sonora composta pelo próprio diretor, Cícero Filho, que, ao não encontrar quem a fizesse, resolveu criá-la, pois, apesar de não ser músico profissional tinha muito claro a intensão. O filme foi sucesso no Maranhão, a trilha também foi sucesso de vendas, além de ser regravada posteriormente por grupos de forró do estado. Assista ao filme na integra aqui: http://www.youtube.com/watch?v=yCHC2DFFzW0

Após um bate papo sobre teoria anestética, a PósTV foi encerrada com uma provocação aos realizadores, criadores de narrativas, para inventar novas #ExperiênciasAudiovisuais capazes de abduzir artisticamente e emocionalmente as pessoas para novos ambientes dando conta da complexidade do mundo de hoje. Talvez não mais seguindo o modelo onírico de projeção interna e catarse, mas algo que explore as sensações humanas além do que o 3D conseguiu, talvez o caminho seja reinventar a proposta de artes integradas dos antigos cabarés.

Relato por Carol Mariga, gestora da SEDA Floripa

Oficina de Remix-midiativismo – Relato

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(Foto: Ogerfoto)

06-07-2012

Relato por Tamar, parceira na produção da SEDA Floripa.

O tempo voou durante a oficina; de Angelis mostrou vários vídeos que conseguiram demonstrar bem do que se tratava o assunto e a sua importância. Às vezes não nos damos conta de como temos poderosas ferramentas em nossas mãos (internet, câmeras digitais, celulares com câmera) que nos permitem ter voz ativa na defesa de qualquer causa. Causa que pode envolver política, arte, causa social, ou mesmo todas elas.

Entre os filmes vistos estavam alguns de protesto social feitos por cidadãos comuns, assim por dizer, e outros mais elaborados produzidos para a TV como a série “No Estranho Planeta dos seres audiovisuais” do canal TV Futura que trazia vários debates à tona como a questão da reciclagem de vídeos na época do “tudo já foi feito” e direitos autorais.

Reciclagem é o termo usado para quando ao invés de se optar pela produção de um vídeo inteiramente novo, faz-se uso de trechos ou mesmo partes inteiras de vídeos já produzidos e que circulam por aí (como no youtube).
A respeito dos direitos autorais, várias coisas foram novidades para o grupo; como a existência do CC (Creative Commons) que permite ao usuário consultar no site que tipo de direitos autorais regem o uso da obra quando ela está cadastrada no site, facilitando o uso dela e a sua reciclagem, portanto. A indústria audiovisual está criando outros meios de lucro na era da pirataria. É um caminho sem volta, afinal. Mas a adaptação leva tempo.

A presença de mais de um professor como participante na oficina gerou uma discussão de como seria fundamental para a educação que houvesse esse link da rede com a escola, entre professores e alunos; uma forma de usar a internet para estabelecer essa ligação, também da universidade com a escola, tirando as pessoas dessa alienação em que vivem, trazendo conflitos e debates atuais para a sala de aula, por exemplo.

Outro caminho que está aí aberto para quem quer produzir no meio audiovisual são os canais públicos. Nenhum participante da oficina tinha consciência da enorme quantidade de canais de TV do campo público existentes atualmente no Brasil (cerca de mais de 300) sendo muitos universitários. Todos eles demandando programação que constantemente está em falta. Ou seja, há um mercado de audiovisual bem pouco explorado.

A oficina teve cara de introdução a algo que apenas está começando, mas que promete muito no que ainda está por vir; foi também um estímulo para nós enxergarmos como é possível fazer algo acontecer através do efeito viral poderoso que a rede possui.

Mostra “Avenida Brasília Formosa” na Chico Mendes

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HOJE 07/07 às 17:30 sairá um ônibus da UFSC, em frente à reitoria, com destino à comunidade Chico Mendes para assistir ‘Avenida Brasília Formosa’ de Gabriel Mascaro. Quem tá junto?

Temos 20 lugares
Voltará entre 21h30 e 22h

A Chico Mendes é uma das comunidades do Monte Cristo e essa Mostra será na quadra de areia da Comunidade
ao lado do Galpão da Revolução dos Baldinhos!

Avenida Brasília Formosa:
SINOPSE Fábio é garçom e cinegrafista. Registra importantes eventos no bairro de Brasília Teimosa (Recife). No seu acervo, raras imagens da visita do presidente Lula às palafitas. Fábio é contratado pela manicure Débora para fazer um videobook e tentar uma vaga no Big Brother. Também filma o aniversário de 5 anos de Cauan, fã do Homem Aranha. Já o pescador Pirambu mora num conjunto residencial construído pelo governo para abrigar a população que morava nas antigas palafitas do bairro, que deu lugar à construção da Avenida Brasília Formosa. O filme constrói um rico painel sensorial sobre a arquitetura e faz da Avenida uma via de encontros e desejos. Mais informações: http://www.sessaovitrine.com.br/filme.php?f=7

SEDAFloripa – Oficinas (Fanzine)

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SEDAFloripa - Oficinas (Fanzine)

#Oficina de FANZINES

“Os fanzines são o resultado da iniciativa e esforço de pessoas que se propõem a veicular produções artísticas ou informações sobre elas, que possam ser reproduzidas e enviadas a outras pessoas, fora das estruturas comerciais de produção cultural.”

A oficina acontecerá em duas partes, a primeira com exibição de um documentário sobre fanzines e, no segundo momento, a oficina em si com montagem de zines – pelos oficinandos – que circularão pelo evento nos dias que ele acontecerá. E tem o objetivo de fomentar e promover a produção artística independente vendo-a como exercício criativo pleno de possibilidades.

Ministrantes:
Luisandra Junges e Tiago Carturani são alunos de Letras Português da UFSC e produtores do BuuuZine, fanzine artístico-literário que circula pela Ilha há alguns meses.

Data: 05/05 (quinta-feira)
Local: UFSC – Sala Hassis – Térreo, Bloco B CCE
Hora: 14h às 18h
Número de vagas: 15

Informações aos interessados:
É necessário levar o material, como textos e desenhos que serão publicados, já impressos. Quem tiver revistas, flyers, cartazes ou imagens impressas para recortar é interessante que leve também.

Inscrições:
Mandar email para nocoletivocultural@gmail.com
(com nome e telefone; identificação da oficina no assunto do e-mail; até quarta-feira às 20h)

SEDAFloripa – Oficinas

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SEDAFloripa - Oficinas

#Oficina de REMIX-MIDIATIVISMO

Descrição da Oficina:

Bate-papo sobre realização audiovisual que integra ativismo social; uso de dispositivos móveis ou de fácil acesso; remixagem de conteúdos; além do uso de ferramentas web 2.0 para distribuição e mobilização.

Informações do Ministrante:

Adriano de Angelis é realizador audiovisual e jornalista. Foi Coordenador-Geral de TVs e Plataformas Digitais da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura. Entre outros trabalhos, sempre participou de frentes de militância social, seja na fundação e organização do Coletivo Intervozes; na criação da Ong TVer MG; na coordenação da Enecos – Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação; e nas organizações do Fórum Social Brasileiro e do Fórum Social Mundial.

Data: 06/07 (sexta-feira)
Hora: 14h às 18h
Local: UFSC – Sala Machado de Assis – 4º andar, Bloco B CCE.
Número de vagas: 15

Para Inscrição:
mandar email para nocoletivocultural@gmail.com
(com nome e telefone; identificação da oficina no assunto do e-mail)

fotografias: CC BY-SA Fora do Eixo